A obra que para
na vigilância
PTA, plano diretor e apoio a PBA. O projeto de um serviço de saúde não é o projeto de uma sala bonita: é fluxo, zoneamento e programa de necessidades — e é isso que a vigilância olha.
A parede sobe rápido.
O fluxo não se conserta depois.
Programa · Fluxo · Zoneamento · Aprovação
⚠ Como está hoje
- O projeto foi desenhado por quem nunca operou um serviço de saúde
- Fluxo limpo e fluxo sujo se cruzam no único corredor que existe
- O programa de necessidades foi feito depois da planta, não antes
- A sala tem a metragem, mas não tem o pé-direito nem o ponto de gases
- A vigilância pede o que ninguém previu, e a obra para com o gesso pronto
- Cada etapa depende de um profissional que não conversa com o outro
✓ O que a SOMA põe no lugar
- Programa de necessidades escrito antes da planta, a partir da operação
- Fluxos separados — paciente, equipe, material limpo e material sujo
- Zoneamento funcional por grau de criticidade da área
- PTA instruído com o que o órgão licenciador pede
- Plano diretor para quem cresce por etapas e não pode parar
- Apoio a PBA e articulação com os demais projetos da obra
"O projeto de saúde não começa na planta. Começa na operação."
Do programa
à aprovação
A SOMA trabalha o lado do projeto que decide se o serviço vai funcionar e se vai ser aprovado: o que precisa existir, onde, com que fluxo e com que justificativa técnica.
Programa de necessidades
O que o serviço precisa ter, em quantidade e em característica, a partir do que ele vai efetivamente atender.
PTA
Projeto Técnico Arquitetônico instruído para submissão, com memorial e as justificativas que o órgão licenciador cobra.
Plano diretor
O desenho de crescimento por etapas, para a instituição expandir sem refazer o que já foi construído.
Apoio a PBA
Articulação com o Projeto Básico de Arquitetura e com os projetos complementares da obra.
Fluxos e zoneamento
Separação de fluxo limpo e sujo, circulação de paciente e de equipe, e zonas por criticidade.
Interlocução técnica
A SOMA fala a linguagem do órgão licenciador e a da equipe assistencial, no mesmo projeto.
A planta é a última etapa,
não a primeira
Programa de necessidades, fluxos e zoneamento vêm antes. É mais barato mudar uma linha na prancha do que uma parede na obra — e infinitamente mais barato do que uma exigência com o serviço já aberto.
O projeto do seu serviço
começa com uma conversa
Não há plano para assinar nem carrinho para fechar. A SOMA credencia a instituição junto com a implantação — a equipe entende o cenário, propõe o desenho e acompanha a virada.
Conversa
Você conta o cenário: obra nova, reforma ou regularização; qual serviço vai funcionar ali; o que já existe de planta e o que o órgão licenciador já pediu.
Diagnóstico
A SOMA levanta o programa de necessidades a partir da operação pretendida e confronta com o que a planta atual permite.
Implantação
A SOMA desenvolve o PTA, articula com os projetos complementares e acompanha a instrução do processo junto ao órgão licenciador.
- Programa de necessidades construído a partir da operação pretendida
- PTA instruído para submissão, com memorial descritivo
- Plano diretor de crescimento por etapas, quando aplicável
- Apoio a PBA e articulação com os projetos complementares
- Desenho de fluxos e zoneamento funcional
- Acompanhamento da instrução do processo junto ao órgão licenciador
Antes de conversar,
o que costumam perguntar
Não. A SOMA trabalha o projeto do lado do serviço de saúde: programa de necessidades, fluxos, zoneamento e a instrução técnica que o licenciamento exige.
A articulação com o arquiteto responsável e com os projetos complementares faz parte do trabalho — é justamente essa costura que costuma faltar.
Para as duas, e também para regularização de serviço que já está funcionando.
Na reforma e na regularização o trabalho é mais delicado: o que já existe limita o que pode ser feito, e a solução precisa caber na estrutura de pé sem quebrar o fluxo.
Não. A aprovação é do órgão licenciador, e ninguém honesto garante decisão de terceiro.
O que a SOMA entrega é o projeto instruído com o que a norma aplicável pede, com memorial e justificativa técnica — e acompanha a instrução do processo para responder às exigências quando elas vierem.
Antes da planta. O programa de necessidades vem primeiro: o que o serviço vai atender define o que precisa existir, e só então se desenha.
Chamar depois da planta pronta também funciona — mas aí o trabalho vira compatibilização, e às vezes a resposta é que a planta precisa mudar.
É o desenho do crescimento por etapas: onde entra a próxima ala, por onde passa a infraestrutura que ainda não existe, o que hoje é sala de apoio e amanhã é área assistencial.
Serve para a instituição expandir sem demolir o que acabou de construir — e sem parar o serviço a cada etapa.
Pela conversa. Não há plano nem preço no site.
O investimento é apresentado na proposta, depois de entender o escopo — porque depende do porte do serviço, da complexidade e do estágio em que o projeto está.