CONSULTORIA DE GESTÃO E TÉCNICA

Decisão sem número
na mesa é palpite

Duas frentes de consultoria: a de gestão, que põe número e plano de ação no serviço; e a técnica, que traduz o que a norma exige em processo que a equipe consegue seguir.

· POR QUE OLHAR DE FORA ·

Quem está dentro da operação
não consegue ver a operação

Diagnóstico · Indicador · Plano de ação · Acompanhamento

⚠ Como está hoje

  • A decisão é tomada pela sensação de quem estava no corredor naquele dia
  • Existe relatório, mas ninguém sabe qual número olhar primeiro
  • O processo está na cabeça de duas pessoas, e uma delas vai de férias
  • A norma sanitária é citada, nunca traduzida em rotina
  • Cada unidade faz de um jeito e o resultado não é comparável
  • O plano de ação existe no papel e morre na primeira semana

✓ O que a SOMA põe no lugar

  • Diagnóstico do serviço, feito por quem já geriu serviço
  • Indicadores escolhidos pelo que a operação decide, não pelo que é fácil medir
  • Plano de ação com responsável, prazo e como se sabe que acabou
  • Processo assistencial escrito no nível de quem executa
  • Exigência sanitária traduzida em rotina, não em citação de RDC
  • Acompanhamento depois da entrega — o plano é revisitado

"Não chegamos de fora com um software. Chegamos de dentro."

· O QUE A SOMA ENTREGA ·

Duas frentes,
a mesma equipe

A consultoria de gestão olha o serviço como operação: número, processo, produtividade e decisão. A consultoria técnica olha o serviço como assistência: fluxo, protocolo e exigência sanitária. Na maioria das instituições, as duas andam juntas.

· CONSULTORIA DE GESTÃO ·

Diagnóstico da operação

Levantamento do que existe, do que falta e do que está duplicado — por unidade, por processo e por equipe.

Painel de indicadores

Definição dos indicadores que sustentam decisão no seu serviço, com origem do dado e periodicidade.

Plano de ação

O que muda, quem responde, em quanto tempo, e o critério objetivo de conclusão.

· CONSULTORIA TÉCNICA ·

Processo assistencial

Fluxo de atendimento desenhado no nível de quem executa, do primeiro contato à alta.

Adequação sanitária

O que a norma exige, traduzido em rotina e responsabilidade de cada função.

Acompanhamento

Revisão do plano depois da entrega. Consultoria que entrega relatório e some não muda operação.

· O NÚMERO NA MESA ·

Indicador serve para decidir,
não para enfeitar reunião

Poucos indicadores, escolhidos pelo que a sua operação precisa decidir. Com origem do dado declarada — porque indicador sem origem é opinião com gráfico.

Apresentação de indicadores da operação em reunião de gestão.
· COMO COMEÇA ·

O diagnóstico do seu serviço
começa com uma conversa

Não há plano para assinar nem carrinho para fechar. A SOMA credencia a instituição junto com a implantação — a equipe entende o cenário, propõe o desenho e acompanha a virada.

01

Conversa

Você conta o cenário: qual serviço, quantas unidades, o que já foi tentado, o que a vigilância já cobrou e qual decisão está travada agora.

02

Diagnóstico

A SOMA levanta o que existe, mede o que dá para medir e devolve o retrato — com prioridade, não com uma lista de tudo.

03

Implantação

A SOMA acompanha o plano de ação com a sua equipe, revisita o que ficou pelo caminho e ajusta o desenho quando a realidade muda.

  • Diagnóstico da operação por unidade e por processo
  • Definição de indicadores com origem do dado e periodicidade
  • Plano de ação com responsável, prazo e critério de conclusão
  • Desenho do processo assistencial no nível de quem executa
  • Tradução das exigências sanitárias aplicáveis em rotina
  • Acompanhamento após a entrega, com revisão do plano
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👥 Você fala com profissionais de saúde 🗓 Retorno em até 24 horas úteis 🤝 A SOMA acompanha a implantação
· PERGUNTAS FREQUENTES ·

Antes de conversar,
o que costumam perguntar

Gestão olha o serviço como operação: número, processo, produtividade, custo e decisão. É a frente que responde "onde estamos perdendo e o que fazemos primeiro".

Técnica olha o serviço como assistência: fluxo de atendimento, protocolo, biossegurança e exigência sanitária. É a frente que responde "como isso é feito, por quem, e o que a norma pede aqui".

Na prática, quase toda instituição contrata as duas — porque o número que a gestão vê tem origem no processo que a técnica desenha.

Profissionais de saúde com estrada em assistência e em gestão hospitalar. Não é consultor generalista lendo o seu setor pela primeira vez.

É essa a razão de a SOMA existir: a empresa foi criada por quem teve os problemas que a consultoria resolve.

Não. Ninguém honesto garante. A conformidade final é responsabilidade do diretor técnico da instituição.

O que a SOMA entrega é base sólida: o que a norma aplicável exige, traduzido em processo, com responsabilidade definida por função e documentação auditável.

Não. O levantamento acontece com o serviço rodando — é justamente rodando que se vê onde o processo trava.

A agenda de entrevistas e visitas é combinada com a coordenação para não competir com o pico de atendimento.

Não. Consultoria que entrega relatório e some não muda operação — só documenta o problema.

O acompanhamento faz parte: o plano de ação é revisitado, o que não saiu do papel é discutido, e o desenho é ajustado quando a realidade muda.

Pela conversa. Não há plano nem preço no site. Você conta o cenário e a SOMA propõe o escopo.

O investimento é apresentado na proposta, depois do diagnóstico inicial — porque depende do tamanho do serviço e da profundidade do trabalho.