PLANTEL MED · GESTOR DE PLANTÕES

Ninguém deveria descobrir
o plantão
por mensagem

A escala de um serviço de saúde, do desenho do mês ao fechamento das horas. Multitenant, com painel público por link e ponto batido no lugar do papel.

Marca Plantel MED sobre o corredor de um serviço de saúde, com equipe médica em turno.
O QUE É O PLANTEL MED

O plantel inteiro
em uma escala só

O Plantel MED é a solução própria da SOMA para a escala de plantão de um serviço de saúde. Roda na área logada da plataforma, é isolado por instituição e vai do desenho do mês ao fechamento das horas — sem planilha paralela e sem a versão que alguém mandou por último.

  • A escala tem padrão. Um médico faz toda quarta de manhã, outro o primeiro domingo do mês, outro sábado a cada quinze dias. O sistema entende o padrão e reproduz a arquitetura no mês seguinte.
  • Fixo copia, temporário abre. Ao designar, marca-se fixo ou temporário. O fixo se repete; o temporário valeu só ali, e o mês seguinte nasce com aquele horário em aberto.
  • O que falta aparece. A área de criação mostra os dias e os médicos, e o horário que ninguém preencheu fica no ponto de maior contraste da tela.
Seis papéis Ponto com geolocalização ou QR code Painel público por link
· POR QUE A PLANILHA NÃO DÁ CONTA ·

A escala é a coisa mais crítica
e a menos organizada

Desenhar · Designar · Cobrir · Fechar

⚠ Como está hoje

  • A escala vive em planilha, e a versão que vale é a que alguém mandou por último
  • Ninguém sabe ao certo quem está de plantão agora
  • A troca se combina por mensagem e some no meio do grupo
  • O quinto fim de semana do mês aparece de surpresa
  • Quem faltou avisou para uma pessoa só
  • O ponto é assinatura em papel, e no fim do mês alguém soma as horas na mão

✓ O que a SOMA põe no lugar

  • Escala do mês desenhada por unidade, modalidade e dia
  • Padrão reproduzido — o mês seguinte nasce com a arquitetura pronta
  • Troca e recrutamento pedidos, aprovados e registrados no sistema
  • Vago em destaque — o horário sem médico é o ponto de maior contraste
  • Ponto com geolocalização ou QR code, com justificativa quando falha
  • Fechamento de horas com o valor da hora cadastrado pelo master

"A escala tem padrão. O sistema entende o padrão."

· O QUE A SOMA ENTREGA ·

Seis papéis,
uma escala só

Cada pessoa vê o que precisa ver. O médico vê os plantões dele; o coordenador da escala monta o mês; a administração acompanha o fechamento; e qualquer pessoa pode ver o painel público, se a instituição gerar o link.

Médico

Vê os plantões, pede troca, bate ponto, justifica, relata evento adverso e acompanha as horas e o ganho do período.

Coordenador da Escala

Monta a escala, designa como fixo ou temporário, abre recrutamento para o que ficou vago e aprova troca.

Revisor

Acompanha e confere a escala antes do fechamento, sem poder de designação.

Administrativo

Acompanha os profissionais, a habilitação de cada um e o fechamento do mês.

Master

Quem contratou. Nomeia os demais papéis e cadastra o valor da hora de cada modalidade.

Painel público

Uma página em link aberto que mostra quem está de plantão agora. Sem login, sem dado sensível.

· A ESCALA NA PAREDE ·

O que falta
aparece

A área de criação é ilustrativa: mostra os dias e os médicos, e o horário que ninguém preencheu fica em destaque. Não dá para não ver.

Grade da escala médica projetada em tela, com plantões designados e horários em aberto.
A grade do mês. Os dias, os profissionais e o horário que ninguém preencheu, no ponto de maior contraste da tela.
Coordenadora da escala diante do monitor, montando a grade do mês em sala administrativa à noite.
O desenho. Ao designar, marca-se fixo ou temporário. O fixo se repete no mês seguinte; o temporário valeu só ali.
Tela na parede do corredor mostrando a escala do período, com equipe passando ao fundo.
O painel público. Por link gerado pela instituição: quem está de plantão agora, sem precisar entrar na plataforma.
Dois profissionais no balcão do posto, conferindo a escala em um tablet durante a passagem de plantão.
A troca. Pedida no sistema e aprovada pelo coordenador da escala — não combinada por mensagem e esquecida.
Mãos aproximando o celular de uma placa com QR code na entrada da unidade.
O ponto. Entrada e saída com geolocalização ou QR code, e a justificativa registrada quando algo foge do previsto.
Profissional conferindo o fechamento de horas no notebook, ao amanhecer, em sala administrativa.
O fechamento. As horas somadas por modalidade e por papel, com o valor da hora que o master cadastrou. Ninguém soma na mão.
· COMO COMEÇA ·

A escala da sua instituição
começa com uma conversa

Não há plano para assinar nem carrinho para fechar. A SOMA credencia a instituição junto com a implantação — a equipe entende o cenário, propõe o desenho e acompanha a virada.

01

Conversa

Você conta o cenário: quantas unidades, quais modalidades de plantão, quantos profissionais, como a escala é feita hoje e o que mais dói no fim do mês.

02

Diagnóstico

A SOMA mapeia as modalidades, as jornadas, as habilitações e o padrão que a sua escala já tem — porque ela sempre tem um.

03

Implantação

A SOMA credencia a instituição, concede o módulo, cadastra unidades, modalidades e equipe, e acompanha o primeiro mês rodar de verdade.

  • Escala por unidade e modalidade, com designação fixa ou temporária
  • Reprodução do padrão do mês anterior, com o temporário nascendo em aberto
  • Recrutamento aberto para plantão vago e fluxo de troca com aprovação
  • Ponto com geolocalização ou QR code, e justificativa registrada
  • Fechamento de horas e ganho por profissional, com o valor da hora do master
  • Painel público por link gerado pela instituição
  • Cadastro de papéis e habilitações pela própria instituição, sem depender da SOMA
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👥 Você fala com profissionais de saúde 🗓 Retorno em até 24 horas úteis 🤝 A SOMA acompanha a implantação
· PERGUNTAS FREQUENTES ·

Antes de conversar,
o que costumam perguntar

Sim. O Plantel MED é a solução própria que roda na área logada da SOMA. A instituição é credenciada pela equipe e recebe o módulo — não há autocadastro.

Cada instituição enxerga só a sua escala. O isolamento é do banco, não da tela.

Não. A escala tem padrão: um médico faz toda quarta de manhã, outro o primeiro domingo do mês, outro sábado a cada quinze dias. O sistema entende o padrão e reproduz a arquitetura no mês seguinte.

Quem foi designado como fixo se repete. Quem foi designado como temporário valeu só naquele mês — e o mês seguinte nasce com aquele horário em aberto, para você decidir de novo.

Entrada e saída, com geolocalização ou QR code. Quando a marcação falha — sinal ruim, celular sem bateria, plantão que virou —, o profissional registra a justificativa e ela fica anexada ao plantão.

No fim do mês, o fechamento soma as horas efetivas por profissional, com o valor da hora que o master cadastrou para cada modalidade.

Dentro da instituição, cada papel vê o que lhe cabe. Fora dela, a instituição pode gerar um painel público: uma página em link aberto que mostra quem está de plantão agora.

O painel público mostra escala, não dado de paciente. É para a portaria, para a recepção e para quem precisa saber com quem falar agora.

A troca deixa de ser combinada no grupo e some. O profissional pede pela plataforma, o coordenador da escala aprova, e a escala muda com registro de quem pediu, quem aprovou e quando.

Para o plantão que ficou sem ninguém, o coordenador abre recrutamento — a chamada fica visível para quem tem habilitação naquela escala.

Pela conversa. Não há plano para assinar nem carrinho para fechar no site. Você conta o cenário, a SOMA propõe o desenho e a instituição é credenciada junto com a implantação.

O investimento é apresentado na proposta, depois do diagnóstico — porque depende do tamanho do serviço, do número de unidades e do número de profissionais.